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Archive for the ‘blá blá blá’ Category

Voltei!

Pois é, me deu na telha e comprei uma câmera digital nova. Tá bom, Gilson! Não foi uma Pentax, nem Canon e nem uma Fuji, foi uma Sony mesmo – DSC-S650 – 7,2 megapixel – não me xingue, hehehe! Por enquanto é o que posso comprar, ainda mais com meus “conhecimentos” em fotografia. E o preço estava bom – 699,00 de 10 vezes, e sem juros. Odeio pagar prestações eternamente, mas este plano é da Sony – eles não aceitavam em menor tempo. Daí já viram, né?! Fiquei igual a um pinto no lixo. Click daqui, click dali… click a semana toda.

E o blog? Que blog que nada! O grande lance é click daqui e dali, passa pro pc, coloca no Picasa, brinca aqui e acolá. Ah!!!! Eu quero fazer um curso de fotografia, gente! Eu adoro aqueles sites de fotografia. Fico horas vendo as fotos e embasbacada com os trabalhos. Vejo tudo. Fotojornalismo, paisagens, macro, nu artístico, urbanas, enfim, tudo!

E os tais programas estilo Photoshop – quero ter um no meu pc, mas de que adianta? Não sei mexer! Ahhhhhhhhhhh! Baixei 2, mas deletei. Eu não entendo bulhufas disso! Aff! Analfabetismo é triste, meu Deus!

Entra na net, digita no Google: “cursos de fotografia em BH” – ô meu Deus! Poucas opções. Em Sampa e no Rio tem um monte, mas em BH… aff!

Me arrisquei em mandar um mail para uma “escola” que há em Sampa e aqui. Aguardo resposta. É perto da minha casa e o preço… bom, esse também dá pra dividir. Pretendo começar pelo básico do básico, ou seja, entender as funções mínimas da minha câmera amadora, saber as diferenças de iso, de velocidade do obturador, e saber desfrutar de iluminação, enquadramento… Quem sabe acabo fisgada de vez por essa arte e fazendo cursos avançados, né?

Então, na falta de coisa melhor pra colocar aqui, pois estou ocupadíssima (hahahaha) desvendando os mistérios da fotografia com minha cam nova, coloco aqui algumas das minhas primeiras “obras de arte”.

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Cansei!

Não, não é o movimento cansei! Estou cansada mesmo. Depois de duas semanas trabalhando muito e deixar meu blog desatualizado por quase 15 dias, vou me dar umas horinhas de lazer. Estarei aqui, ó:

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Volto na segunda-feira e com baterias recarregadas!

Bom fim de semana a todos!

FUI!

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Socorro!!!!

Na semana passada Ronaldo Esper – apresentador e estilista – foi absolvido por furto de vasos no Cemitério.

O juiz designado para o caso alegou que a conduta de retirar os vasos de um local abandonado não constitui crime.

Mas peraí!!!! O cemitério é responsável pelos túmulos que ali estão, certo? Então o lugar não é abandonado, ué! Por acaso aquele cemitério é abandonado? E se Ronaldo retirou os vasos de lá, no meu entendimento, houve furto sim! O túmulo não pertencia à família dele, e portanto, ele não poderia decidir por remover os vasos de lá sem autorização prévia. Ele alega que retirou os vasos do túmulo para colocar em uma capela dentro do próprio cemitério. Na minha opinião, isso não justifica o ato.

Pra mim não há qualquer diferença entre ele e aqueles que violam túmulos para furtar peças de bronze, ossos ou dentes de ouro, aliás, ao favorecer a sentença em favor do “estilista”, o juiz abre precedentes. Alguém pagou por aqueles vasos algum dia, para que ficassem ali, e não cabe ao Ronaldo Esper ou a qualquer outra pessoa estranha “redefinir” onde eles melhor deveriam ficar.

E triste foi ouvir o apresentador Brito, do programa Hoje em Dia (TV Record), hoje pela manhã dizendo que julgar um caso desses é perda de tempo, diante de outros mais importantes e mais graves. Sinceramente, acho que ele foi muito infeliz ao expressar a sua opinião no ar, inclusive deveria ter guardado pra si esse comentário, pois como formador de opinião, valorizou a banalização na apuração e julgamento de furtos de um modo geral, colocando-os como menos importantes diante de outros crimes.

Não interessa se o crime envolve grandes cifras, vasos de ornamentação de túmulos ou pacote de biscoitos. A grandiosidade do crime não era o que estava em julgamento, Sr. Brito! O que foi julgado foi o ato em si – o de furtar algo que não pertencia a ele! Cumprir a lei é dever de todos nós, e à elas todos são submetidos – pelo menos é assim que deveria ser.

Não quero que pensem que estou dizendo que a pena deveria ser a mesma para quem rouba vasos de cemitério, peças de bronze dos túmulos, os cofres públicos, assassina, seqüestra, estupra…, não é isso! O que quero dizer é que quando o cidadão comum aceita e acredita que furtar coisas pequenas não tem relevância, ele estimula a auto-confiança de outros para desafiar cada vez mais a justiça! E se hoje temos crimes cada vez mais sofisticados, bárbaros e hediondos, é porque essas pessoas sabem que há chances de escapulir da justiça. Esse país só começará a mudar no dia em que as leis forem aplicadas a todos igualmente, seja qual for o crime. Só assim seremos cidadãos dígnos de respeito por parte dos governantes e daqueles que fazem as leis.

Pior mesmo é saber que, após o episódio do furto, Esper declarou ter decidido que entrará para a vida pública. “Estou procurando um partido político para, no ano que vem, ser candidato a vereador”. Aff! Nós mereceremos mesmo, caso aconteça dele ser candidato e vir a ser eleito! E acho que os violadores de túmulos e acusados de pequenos furtos vão ser os cabos eleitorais de maior expressão do candidato Esper.

Aqui falou e disse a enfermeira mais entendida em Código Penal, Civil e leis de um modo geral de um país chamado Brasil! rsrsrs

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Estou impressionada com pessoas que se escondem; utilizam do sucesso dos outros para se promoverem. Vivem como comensais. Uma, que se aproxima de outra somente para obter dela uma pequena fatia do sucesso, e outra, que se faz de parceira, mas na verdade, devagarinho, devagarinho, comanda, dissimula, escolhe quem a outra deve gostar ou não, inclui e exclui de seu convívio diário, mas faz pose de quem está ali só como convidada – na verdade é anfitriã da anfitriã. Jamais profere ofensas, pelo contrário, tece somente elogios a todos; tudo beirando ao piegas, ao exagero e de forma tão sutil, que para os mais desavisados, soa como extrema gentileza. Existe alguém assim? Aos poucos ela coloca uns contra os outros e contra a própria anfitriã, e essa, por sua vez, nada percebe, aliás, julga estar sendo injustiçada; pode não ser consciente, mas é com sua permissão. Na verdade a segunda aguarda o momento certo para aplicar o Golpe de Misericórdia na anfitriã! E este momento está próximo. Só a anfitriã é quem não vê.

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